Justiça do Rio retomará julgamento de acusado pela morte do contraventor Fernando Iggnácio nesta sexta (10)

O julgamento começou por volta das 13h na quinta-feira, com o depoimento da primeira testemunha, o policial civil Luciano Diniz. Após o depoimento de outras seis testemunhas, da exibição de um vídeo e de outros três depoimentos gravados, o júri foi suspenso. Antes, no interrogatório, Rodrigo optou por permanecer em silêncio.
Já os outros dois acusados de participação no crime, que seriam julgados, os irmãos Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro e Otto Samuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro, decidiram dispensar os advogados no início da sessão, alegando que discordavam da estratégia da defesa. Com isso, o júri de Pedro e Otto foi suspenso e será remarcado para outra data.
Contraventor é denunciado como mandante
Além desses três réus, o bicheiro Rogério de Andrade foi denunciado como o mandante do crime. No entanto, seu processo ainda não foi incluído nessa sessão de julgamento e aguarda uma data da Justiça do Rio.
Um outro envolvido no caso era o Igor Rodrigo Santos da Cruz, também suspeito de participar de toda a ação, mas ele foi encontrado morto em 2022.
Fernando Iggnácio foi executado no estacionamento de um heliponto no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, após retornar da casa de praia que tinha em Angra dos Reis, na Costa Verde.
Iggnácio e Rogério de Andrade eram, respectivamente, genro e sobrinho do contraventor Castor de Andrade, que morreu em 1997, e disputavam diversos territórios no Rio de Janeiro.








