abril 15, 2026

Premiê britânico rebate Trump e afirma que não cederá a pressão sobre guerra no Irã


O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou nesta quarta-feira (15) que não cederá à pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que o Reino Unido se envolvesse na guerra com o Irã.

Durante sessão de perguntas no Parlamento, Starmer defendeu que a posição dele tem sido a mesma desde o começo.

‘Não vou mudar de ideia, não vou ceder. Não é do nosso interesse nacional entrar nessa guerra e não o faremos. Eu sei qual é a minha posição’.

Starmer se recusou a apoiar a operação dos EUA no Irã e foi duramente criticado pelo presidente americano.

Questionado pela emissora britânica Sky News se isso lançaria uma sombra sobre a visita do rei, Trump disse: ‘De forma alguma. Conheço o rei há muito tempo e ele não está envolvido nesse processo’.

Trump também pareceu ameaçar o acordo comercial com o Reino Unido.

EUA enviam milhares de soldados adicionais para o Irã a fim de pressionar acordo, diz jornal

Exército dos Estados Unidos em frente a Casa Branca. — Foto: Matthew Hatcher / AFP

Os Estados Unidos estão enviando milhares de soldados adicionais para o Oriente Médio nos próximos dias, em uma tentativa de pressionar o Irã a chegar a um acordo, informou o jornal The Washington Post, citando autoridades americanas.

O destacamento inclui aproximadamente 6 mil soldados a bordo do porta-aviões USS George H.W. Bush e seus navios de guerra de apoio, segundo autoridades atuais e antigas. Outros 4,2 mil soldados, pertencentes ao Grupo Anfíbio de Prontidão Boxer e sua unidade de fuzileiros navais, a 11ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, devem chegar à região até o final do mês.

A estratégia ocorre em um momento em que o governo do presidente Donald Trump trabalha para impor um bloqueio marítimo contra o Irã, segundo a reportagem.

Essa medida faz parte de esforços mais amplos para pressionar Teerã a chegar a um acordo para pôr fim ao conflito, enquanto os Estados Unidos também consideram outras opções militares caso o frágil cessar-fogo não se mantenha.



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