Dia de São Jorge no Rio: veja o que abre e o que fecha neste 23 de abril

O feriado de Dia de São Jorge, celebrado em 23 de abril, modifica o funcionamento de serviços no estado do Rio de Janeiro. A data é dedicada a São Jorge, um dos santos mais populares entre os fluminenses, com forte presença cultural e religiosa.
Feriado do Dia de São Jorge só vale no Rio de Janeiro?
O Dia de São Jorge não é um feriado nacional. A data é oficialmente reconhecida como feriado apenas no estado do Rio de Janeiro, onde foi instituída por lei estadual devido à forte devoção a São Jorge, muito presente na cultura e nas tradições religiosas locais.
Em outras partes do Brasil, o dia 23 de abril não é considerado feriado oficial, embora possa ser celebrado por fiéis e comunidades religiosas. Nessas regiões, o funcionamento de serviços, comércio e órgãos públicos segue normalmente, sem as alterações típicas de um feriado.
São Jorge — Foto: Reprodução
Veja o que abre e o que veja no Rio no 23 de abril:
Bancos não abrem para atendimento presencial no estado durante o feriado. Operações seguem disponíveis por canais digitais e caixas eletrônicos. Repartições públicas estaduais e municipais também não funcionam, com retomada no próximo dia útil.
O comércio tem funcionamento variável. Lojas de rua podem fechar, enquanto shoppings centers costumam abrir com horários especiais. Supermercados, em geral, funcionam normalmente ou com pequenas alterações.
Na área da saúde, serviços de urgência e emergência operam normalmente. Já postos de saúde e unidades básicas permanecem fechados.
O transporte público segue grade reduzida, semelhante à de domingos e feriados.
As agências dos Correios não funcionam, e não há entrega de correspondências.
Assim como em outras datas, o feriado de Dia de São Jorge pode ser estendido com a chamada “emenda”. Neste ano, o Dia de São Jorge cai em uma quinta-feira, dessa forma, órgãos públicos e empresas podem suspender o expediente no dia útil intermediário, criando um período prolongado de folga.
A adoção da emenda não é automática. No setor público, depende de decretos do governo estadual ou das prefeituras. Já na iniciativa privada, a decisão fica a cargo das empresas ou de acordos coletivos.




