China adapta menu de jantar de comidas típicas para Trump

O presidente da China, Xi Jinping, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estiveram em um jantar de Estado nesta quinta-feira (14), que foi feito especialmente para o republicano. No cardápio, diversas iguarias e comidas típicas, porém adaptadas especialmente para Trump.
Segundo divulgado pela imprensa internacional, no banquete havia “Pãozinho de Porco Frito na Chapa”, “Lagosta em Sopa de Tomate”, “Costelas de Boi Crocantes”, “Pato Assado à Moda de Pequim”, “Salmão Cozido Lentamente em Molho de Mostarda” e “Legumes da Estação Refogados”.
Além disso, a sobremesa tinha “Doce em Formato de Trombeta”, tiramisu e algumas frutas e sorvetes.
O presidente da China, Xi Jinping, afirmou nesta quinta-feira (14) em um banquete de estado ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a delegação dos EUA que os dois países precisam ser parceiros e não ‘rivais’.
Na declaração, ele defendeu uma ajuda mútua para promover ‘o bem-estar do mundo inteiro’.
‘Os povos da China e dos Estados Unidos são ambos grandes povos. Alcançar o grande rejuvenescimento da nação chinesa e tornar a América grande novamente podem andar de mãos dadas. Podemos nos ajudar mutuamente a ter sucesso e a promover o bem-estar do mundo inteiro’, declarou.
O presidente chinês, Xi Jinping, alertou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante uma reunião bilateral em Pequim que os Estados Unidos e a China poderiam ‘entrar em conflito’ se a questão de Taiwan fosse mal administrada.
A informação foi divulgada pela mídia estatal chinesa. Xi chamou a questão da ilha como a ‘mais importante’ do encontro entre os dois.
Xi também disse que um confronto levaria ‘toda a relação China-EUA a uma situação extremamente perigosa’, segundo um comunicado sobre a reunião divulgado pela mídia estatal chinesa.
A declaração da Casa Branca, por outro lado, não abordou esse ponto, mas destacou o foco na cooperação e nos laços econômicos, antes de acrescentar que Trump e Xi falaram sobre o desejo de acabar com ‘o fluxo de precursores de fentanil’ para os EUA – algo que Trump buscou pessoalmente em seu segundo mandato.
Encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, presidentes dos Estados Unidos e da China, em Pequim. — Foto: Kenny Holston / POOL / AFP
No comunicado da China sobre a reunião, o Irã foi mencionado apenas brevemente, entre outras questões geopolíticas.
Já a declaração dos EUA aborda a guerra no Irã de forma mais abrangente do que a da China. A própria declaração de Pequim mencionou o assunto apenas brevemente.
A declaração comenta que os dois discutiram sobre o Irã e concordaram que o país ‘jamais poderá ter uma arma nuclear’.
‘Os dois lados concordaram que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir o livre fluxo de energia. O presidente Xi também deixou clara a oposição da China à militarização do estreito e a qualquer tentativa de cobrar pedágio pelo seu uso, e expressou interesse em comprar mais petróleo americano para reduzir a dependência da China em relação ao estreito no futuro. Ambos os países concordaram que o Irã jamais poderá ter uma arma nuclear’, diz o trecho.
Casa Branca afirma que Trump e Xi concordaram que Irã não pode ter armas nucleares
Encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, presidentes dos Estados Unidos e da China, em Pequim. — Foto: Kenny Holston / POOL / AFP
A Casa Branca emitiu uma declaração nesta quinta-feira (14) sobre o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim, capital da China.
A declaração dos EUA aborda a guerra no Irã de forma mais abrangente do que a da China. A própria declaração de Pequim mencionou o assunto apenas brevemente.
No entanto, a questão de Taiwan, anunciada por Xi como ‘a questão mais importante’, não foi mencionada em nenhum momento por Washington.
A declaração comenta que os dois discutiram sobre o Irã e concordaram que o país ‘jamais poderá ter uma arma nuclear’.
‘Os dois lados concordaram que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir o livre fluxo de energia. O presidente Xi também deixou clara a oposição da China à militarização do estreito e a qualquer tentativa de cobrar pedágio pelo seu uso, e expressou interesse em comprar mais petróleo americano para reduzir a dependência da China em relação ao estreito no futuro. Ambos os países concordaram que o Irã jamais poderá ter uma arma nuclear’, diz o trecho.
A declaração ainda destacou o foco na cooperação e nos laços econômicos, antes de acrescentar que Trump e Xi falaram sobre o desejo de acabar com ‘o fluxo de precursores de fentanil’ para os EUA – algo que Trump buscou pessoalmente em seu segundo mandato.
No próprio comunicado da China sobre a reunião, o Irã foi mencionado apenas brevemente, entre outras questões geopolíticas.



