Sem Messi e Cristiano Ronaldo, Igor Thiago entra em lista do NYT de melhores cobradores de pênalti na Copa

O The Athletic, parte de esportes do jornal New York Times, fez uma lista com os 10 melhores cobradores de pênalti da Copa do Mundo 2026. A lista foi divulgada nesta quarta-feira (24), pouco após Lionel Messi ter perdido um pênalti (mas marcado dois gols) contra a Áustria nesta semana.
A lista aborda o aproveitamento e taxa de conversão na seleção do país, além de jogos em clubes. Por isso, o atacante Igor Thiago apareceu no top 10, justamente em décimo lugar, com 85,7% de aproveitamento nos pênaltis.
Ele era o cobrador oficial do Brentford, assim como fez dois gols pela Seleção Brasileira, ambos de pênalti.
‘Ele agora possui uma técnica robusta, na qual toma a decisão de chutar incrivelmente tarde, e quando os goleiros se adaptam, simplesmente esperando o momento certo para chutar antes de se comprometerem com a finalização, Thiago tem potência e precisão suficientes para tornar o chute indefensável’, descreve o New York Times.
O grande destaque da lista é Harry Kane, atacante da Inglaterra. Apesar de não ter a melhor taxa de conversão – é de 88,7% – o grande número de pênaltis que ele cobrou, que são 115 (na qual acertou 102), foi levado em conta.
A maior taxa de acerto é do mexicano Raúl Jiménez, que tem 97,7% de acerto. Ele bateu 38 na carreira e acertou 37.
Entre outros destaques estão o francês Kylian Mbappé, com 81% de acerto, e o espanhol Mikael Oyarzabal, com 89%.
- Harry Kane (Inglaterra)
- Viktor Gyokeres (Suécia)
- Raúl Jiménez (México)
- Mikael Oyarzabal (Espanha)
- Ivan Toney (Inglaterra)
- Bruno Fernandes (Portugal)
- Kylian Mbappé (França)
- Andrej Kramaric (Croácia)
- Hakan Çalhanoglu (Turquia)
- Igor Thiago (Brasil)
Média de ocupação dos estádios da Copa do Mundo é de mais de 99%, indica levantamento
Inglaterra e Gana se enfrentam na Copa — Foto: Reprodução/TV Globo
A Copa do Mundo 2026 caminha para ser uma das de maiores públicos da história do torneio, apesar dos altos preços dos ingressos e das restrições de viagem impostas pelo governo Trump.
Segundo um levantamento feito pela agência de notícias Reuters baseadas em dados da Fifa, após 44 partidas, o público total ultrapassou 2,85 milhões de espectadores, com os estádios atingindo uma média de ocupação de quase 99,6%.
O recorde atual de quase 3,6 milhões de telespectadores foi estabelecido em 1994, a última vez que os Estados Unidos sediaram o torneio.
Em entrevista à Reuters, Dan Rascher, economista esportivo da Universidade de São Francisco, afirmou que o grande interesse tem relação com o fato dos americanos gostarem de grandes eventos.
Victor Matheson, economista e especialista em negócios esportivos do College of the Holy Cross, destaca também os estádios grandes, com alta capacidade de público.
No entanto, os estádios em 2026 também estão mais cheios, em termos percentuais, do que em quase qualquer outra Copa do Mundo deste século, com a possível exceção da Alemanha em 2006, de acordo com os relatórios anuais da FIFA e uma análise de público da Reuters.



