fevereiro 1, 2026

Adolescente antes apontado como suspeito vira testemunha no caso que investiga a morte do cão Orelha


A Polícia Civil de Santa Catarina informou que um dos adolescentes que teve a imagem divulgada como suspeito na participação de agressão ao cachorro Orelha passou a ser testemunha no caso.

Segundo as autoridades, o jovem não aparece nos conteúdos analisados pelas equipes de investigação e, paralelamente, a família dele apresentou provas de que ele não estava na Praia Brava, em Florianópolis, no período dos fatos em investigação.

A Polícia Civil também informou que já ouviu um dos adolescentes que faltava no âmbito do inquérito policial e que outro envolvido deve ser ouvido em breve. Data, horário e local do próximo depoimento não foram divulgados, para não atrapalhar o andamento das apurações do crime.

Os investigadores não encontraram, ao menos por enquanto, indícios no inquérito que confirmem que os maus-tratos contra o cão comunitário tenham sido praticados por grupos criminosos que usam da rede social para promover “desafios” para jovens.

Orelha foi agredido no dia 4 de janeiro. Ele ficou tão ferido que foi submetido à eutanásia. Quatro adolescentes eram, até então, suspeitos pela agressão.

A Polícia Civil indiciou três adultos suspeitos de coagir ao menos uma testemunha nas investigações.

As autoridades também informaram que descartaram que os adolescentes identificados como suspeitos de maus-tratos contra o Orelha tenham tentado afogar outro cachorro na praia, o cãozinho chamado de Caramelo.

Por determinação do ECA, o Estatuto da Criança e do Adolescente, os nomes, idades e localizações dos suspeitos não são divulgados, já que o procedimento corre sob sigilo absoluto.



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