fevereiro 20, 2026

Mulheres são presas suspeitas de integrar rede de contrabando de canetas emagrecedoras do Paraguai


A Polícia Federal prendeu duas irmãs suspeitas de integrarem uma rede de importação e distribuição ilegal de medicamentos emagrecedores contrabandeados, além de outros produtos, como celulares e perfumes. Uma delas é uma brasileira, de 28 anos, que estuda medicina no Paraguai e será extraditada por meio da fronteira com Foz do Iguaçu, no Paraná. A segunda, de 27 anos, foi detida em São José da Barra, na região centro-oeste de Minas Gerais.

Além das prisões, a Justiça Federal determinou o sequestro de bens e de valores até o montante de R$500 mil, assim como o bloqueio das redes sociais utilizadas para a comercialização dos produtos ilegais.

As investigações começaram em junho do ano passado, a partir de uma operação da Polícia Civil de Minas em Alpinópolis, no sudoeste do estado, próximo à divisa com São Paulo.

Na ocasião, um homem que havia comprado as canetas para revender pela internet foi preso. A partir daí, a Polícia Civil realizou uma operação, em dezembro, na casa da mulher de 27 anos, e apreendeu telefones celulares, que passaram por perícia.

Com as informações obtidas, os policiais descobriram outros revendedores das canetas nas cidades de São Paulo e São José dos Campos, no estado de São Paulo, e em Caruaru, em Pernambuco.

Segundo a PF, os medicamentos comercializados são de marcas que têm importação proibida no Brasil pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Os produtos não têm registro no país, nem qualquer controle oficial de qualidade, de segurança ou de eficácia, havendo, inclusive, elevado índice de falsificação.

Além desse caso, a Polícia Federal também vai investigar outra ocorrência de comercialização ilegal de medicamentos em Minas Gerais.

Nessa quinta-feira, duas pessoas foram presas pela Polícia Civil em Pouso Alegre, no sul do estado, por vender canetas emagrecedoras e medicamentos usados para fertilização in vitro. Os suspeitos falsificavam receitas médicas, utilizando um carimbo e a assinatura de um médico de São Paulo.Os presos foram encaminhados à PF.



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