Caso Master: afastou servidores investigados ainda em janeiro, diz Galípolo sobre operação da PF

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou à CBN que a instituição colaborou desde o início com a investigação da Polícia Federal que mira servidores da autarquia envolvidos com o escândalo do Banco Master. Segundo ele, os funcionários suspeitos foram afastados ainda em janeiro e os indícios encaminhados à corporação no começo do ano.
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a terceira fase da Operação Complice Zero. Entre as medidas, houve a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Mster. A investigação também teve o sigilo derrubado por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.
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De acordo com Galípolo, a Polícia Federal tem realizado ‘um trabalho exemplar’ na condução do caso. Ele ressaltou que, apesar da comunicação formal às autoridades, os investigados têm direito à ampla defesa e que caberá à Justiça decidir se houve irregularidades.
Foram alvo da operação João Paulo Sérgio Neves, ex-diretor de fiscalização do Banco Central do Brasil, e Belini Santana, que chegou a ser cotado para assumir um posto de comando na instituição. Ambos já estavam afastados das funções desde janeiro, segundo o presidente do BC.
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