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Carreata de Lula em SP tem confusão entre PM e organizadores, que acusam agentes de tentar impedir ato

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outubro 3, 2026
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Carreata de Lula em SP tem confusão entre PM e organizadores, que acusam agentes de tentar impedir ato


A caminhada do presidente e candidato à reeleição Lula (PT) e do candidato petista ao governo de São Paulo, na Avenida Paulista, neste sábado, começou com uma confusão entre a organização e a Polícia Militar.

Um dos locutores da caminhada chegou a informar, nos alto falantes, que a polícia repreendeu e ameaçou prender um dos motoristas dos trios elétricos contratados para o ato.

O ato, último da fase de campanha antes do primeiro turno, estava marcado para começar às 10h, e previa uma carreata de Lula, Haddad e aliados da Avenida Paulista, passando pela Rua Augusta, até a chegada na Praça Roosevelt, na região central da capital.

A Polícia começou a circular entre os manifestantes e organizadores, há pouco, pedindo que desocupassem a Paulista para seguir pela rua Augusta, evitando a obstrução da avenida.

Acontece que, até há pouco, o próprio presidente Lula não havia chegado ao evento, então a caminhada não havia começado. Os manifestantes, então, permaneceram concentrados na Paulista, obstruindo a via.

Nos alto-falantes, um dos organizadores conclamou os militantes a começarem o deslocamento, e criticou o governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, por uma suposta tentativa de impedir a manifestação.

Durante a discussão entre organizadores e agentes da PM, o coordenador da campanha de Lula em São Paulo, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, bateu-boca com os PMs, tentando viabilizar a permanência dos manifestantes no local até a chegada de Lula. Não foi possível ouvir o que ele e os agentes conversaram.

Em nota enviada à CBN, a PM informou que acompanha o ato, e que age para garantir a segurança dos presentes.

Informou, ainda, que está em contato com as lideranças de campanha presentes para pedir colaboração, e que até o momento não há incidentes registrados.

Durante a semana, a prefeitura de São Paulo encaminhou à campanha petista um ofício do Tribunal Regional Eleitoral que orientava a organização do evento a não obstruir a Avenida Paulista, sugerindo outros locais, como a própria praça Roosevelt, para o evento.

Em uma decisão da última quinta, o TRE permitiu, enfim, a manifestação, destacando que a via não poderia ser obstruída.

Prevista para às 10h, a caminhada ainda não começou, e o presidente Lula e Haddad, que chegaram há pouco ao local, ainda não fizeram nenhuma fala.



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