Caso Master: com prejuízo no Rioprevidência, existe risco para aposentadorias de servidores do RJ?

A Polícia Federal mira diretores do Rioprevidência em nova fase da operação que investiga o Banco Master. Os agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão na cidade do Rio. O objetivo é apurar movimentações financeiras que resultaram na aplicação de quase R$ 1 bilhão do fundo de previdência estadual em Letras Financeiras emitidas pelo banco.
Em entrevista ao CBN Rio, o presidente do Conselho Fiscal do Rioprevidência, Vinícius Zanata, explica que, apesar do prejuízo, não existe um risco imediato para os aposentados atuais, porque boa parte desse recurso, que foi investido no Banco Master, faz parte de uma previdência nova:
“O recurso, especificamente, que paga os servidores atuais, ele vem de um outro fundo, que aí é o fundo financeiro, que a gente chama. Então, não tem esse risco imediato agora, mas a gente está colocando em risco a aposentadoria de todos os servidores novos que entraram em 2013 para a frente, que aí vão continuar enfrentando essa dificuldade, que já viveram, inclusive, no estado. (…) Mais uma vez, o governo colocando em risco a aposentadoria dos servidores necessários agora é a futura”.
Operação da PF mira diretores do Rioprevidência
Vinícius Zanata pediu, para 27 de janeiro, uma reunião com a cúpula do órgão sobre o andamento das investigações do Banco Master. Segundo ele, no entanto, ainda não há confirmação se o encontro estará mantido:
“Nenhum dos envolvidos ali participam necessariamente da reunião. Então, eu acho que está mantida, porque são outros interlocutores, mas ainda vou aguardar aqui o posicionamento da própria entidade”.
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