Dino dá cinco dias para Carlos Viana justificar R$ 3,6 milhões em emendas ligadas à Igreja da Lagoinha

Carlos Viana disse no Senado que recebe inúmeros representantes de igrejas em seu gabinete e espera que o pedido do STF não seja uma retaliação devido às investigações sobre fraudes no INSS.
Em nota, o senador afirmou que não há qualquer irregularidade em sua atuação. A decisão do ministro Flávio Dino atende a um pedido dos deputados da base, Rogério Correia (PT) e Henrique Vieira (PSOL), que apontam possíveis irregularidades nos repasses, incluindo os realizados por meio das chamadas emendas Pix. Segundo a denúncia, os recursos foram transferidos em 2019, 2023 e 2025, totalizando mais de R$ 3 milhões destinados à Igreja da Lagoinha.
Os autores da ação afirmam que existem indícios de desvio de finalidade e questionam a falta de transparência na aplicação do dinheiro público. Na decisão, Dino destacou a necessidade de verificar se os repasses seguem as regras estabelecidas pelo STF, garantindo rastreabilidade e transparência das emendas. O caso também envolve a atuação de Viana como presidente da CPMI do INSS, que investiga possíveis fraudes de entidades ligadas à Igreja da Lagoinha, como ele mesmo mencionou.








