Fachin dá cinco dias para PGR se manifestar sobre pedidos de investigados no caso Master

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, deu prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre pedidos apresentados por investigados no processo relacionado ao caso Master.
Fachin determinou, por exemplo, que o procurador-geral da República se posicione sobre o pedido de revogação da prisão feito por Fabiano Zettel, apontado como operador do esquema investigado no caso Master, e também sobre o pedido apresentado por Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Henrique Vorcaro pede a suspensão do envio do caso Master à Presidência do STF até que seja analisado o pedido de soltura.
O ministro também determinou que a PGR se manifeste sobre a declaração apresentada pelo ministro André Mendonça a respeito do relatório utilizado pelo ministro Alexandre de Moraes, que aponta supostas condutas irregulares atribuídas a Mendonça.
Fachin não decidiu sobre os requerimentos. Ele determinou que a PGR avalie a pertinência, a necessidade, a adequação e eventual repercussão das providências solicitadas. Somente depois do parecer da Procuradoria é que os processos voltarão para análise do presidente do STF.
Mais cedo, Fachin também havia determinado que a PGR se manifestasse sobre o pedido de afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.



