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'Guia da Copa Falha de Cobertura': Caíto Mainier e Daniel Furlan misturam humor e futebol em novo livro

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junho 5, 2026
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'Guia da Copa Falha de Cobertura': Caíto Mainier e Daniel Furlan misturam humor e futebol em novo livro


Os humoristas Caíto Mainier e Daniel Furlan participaram do Fim de Expediente desta sexta-feira (5) para falar sobre o lançamento de ‘Guia da Copa Falha de Cobertura’, livro inspirado no programa que há mais de uma década transforma o noticiário esportivo em humor.

A publicação foi escrita em parceria com os roteiristas Pedro Leite e Gustavo Villela e traz análises, curiosidades e comentários sobre as seleções que disputarão a Copa do Mundo de 2026. Segundo os autores, o projeto nasceu de um convite da editora e precisou ser produzido em poucos meses. “A gente topou o desafio. Normalmente a gente fala isso quando a pessoa topa o desafio, quando você entra numa roubada. É um jeito bonito de falar que entrou numa roubada, que vai fazer um grande sacrifício“, brincaram.

Para dar conta do trabalho, os quatro autores dividiram os temas e as seleções entre si. O processo de pesquisa acabou levando o grupo a mergulhar em histórias pouco conhecidas do futebol mundial.

“Tem países que de fato a gente foi pesquisar e eu não conhecia. Tem 48 países e a gente ainda foi ler um pouco sobre o campeonato albanês, como é que está a liga local, quem são os brasileiros que já jogaram por lá… Macedônia do Norte, por exemplo, foi um lugar que me fez perceber a minha própria ignorância. A gente foi descobrindo essas histórias e trazendo isso para o livro”, contaram.

Livro ‘Guia da Copa Falha de Cobertura’ — Foto: Divulgação

Durante a entrevista, os humoristas também falaram sobre a trajetória do Falha de Cobertura, criado em 2014. Segundo Mainier, parte da força do programa está na conexão com o torcedor e na capacidade de traduzir situações que muitas vezes passam despercebidas nas análises tradicionais.

“A gente meio que entende que é um pouco a voz do torcedor. Às vezes, o torcedor pede para você falar do time dele, precisa que alguém chame atenção para aquilo. O futebol brasileiro entrega situações muito peculiares e a gente tenta olhar para elas de um jeito diferente”, explicaram.

A dupla também comentou as transformações da produção de conteúdo esportivo na internet e avaliou que a circulação de cortes nas redes sociais ajudou a ampliar o alcance do programa. “Hoje a gente consegue fazer episódios maiores e falar de praticamente todos os clubes da rodada. E depois, com os cortes, o conteúdo passou a viajar muito mais. A pessoa não precisava necessariamente seguir o canal para encontrar o programa. O assunto chegava até ela“, afirmam.



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