abril 8, 2026

A plateia de prefeitos em SP, Caiado promete rever reforma tributária


O pré-candidato do PSD à Presidência, Ronaldo Caiado, se apresentou a uma plateia de prefeitos em São Paulo nesta terça-feira (7) na tentativa de decolar a candidatura.

Caiado participou do Congresso Estadual de Municípios, numa tentativa de conquistar apoios. O PSD é o partido que mais elegeu prefeitos na última eleição municipal, mas é uma sigla dividida – mesmo tendo lançado a pré-candidatura do ex-governador de Goiás, tem ministros no governo Lula e nomes ligados ao bolsonarismo.

Em aceno à plateia de prefeitos, Caiado prometeu rever a reforma tributária, aprovada no governo Lula. E defendeu que os estados e municípios possam desenvolver os próprios tributos e incentivos:

“Vocês podem ter a certeza absoluta, prefeitos e prefeitas, se Caiado chegar à Presidência, vou rever a reforma tributária e inverter a lógica. Não a lógica que buscaram em países europeus, que são menores que nossos estados. Mas a lógica americana, dando aos estados e municípios a condição de desenvolver seus próprios tributos, incentivos e também independência de aplicá-los ou não.”

Em conversa com jornalistas, Caiado minimizou o desempenho nas pesquisas. O ex-governador de Goiás apareceu com 4% das intenções de voto na última pesquisa Datafolha.

Sobre o assunto, Caiado disse que não fará uma campanha com xingamentos e em busca de “likes” nas redes sociais. E acrescentou ter a certeza de que vai derrotar o presidente Lula no segundo turno.

O pré-candidato do PSD também voltou a estabelecer a experiência como ponto de diferença com o senador Flávio Bolsonaro, do PL. Mais uma vez, Caiado se apresentou como o candidato que irá dissolver a polarização. Segundo ele, o Brasil passou os últimos três anos discutindo o 8 de janeiro.

Apesar disso, ao ser apresentado como pré-candidato à Presidência na semana passada, disse que seu primeiro ato de governo seria anistiar as pessoas condenadas por participação nos atos golpistas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.



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