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A uma semana das convenções, chapas ao governo de Minas Gerais seguem indefinidas

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julho 13, 2026
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A uma semana das convenções, chapas ao governo de Minas Gerais seguem indefinidas


Faltando uma semana para o início das convenções partidárias, nenhuma chapa dos principais candidatos ao governo de Minas foi definida. Partidos dos campos da direita, centro e da esquerda correm contra o tempo para fechar alianças e oficializar apoios para o pleito, como, por exemplo, definição dos vices.

Um dos principais impasses é com relação à chapa do PT, que, após recusa da pré-candidata ao Senado, Marília Campos, em disputar o governo, agora volta às atenções ao deputado federal Patrus Ananias. Em agenda no Norte de Minas, nesse sábado, o parlamentar se encontrou com a presidente estadual do PT, deputada Leninha, que tem encabeçado o movimento de candidatura própria.

Em entrevista ao portal RSena de Bocaiúva, Patrus confirmou que prefere tentar o 5º mandato no Congresso, mas sinalizou que pode ouvir uma proposta do presidente Lula para a chapa em Minas. “Sou nesse momento pré-candidato a deputado federal por Minas Gerais. Eu quero continuar na Câmara dos Deputados, por isso eu pré-candidato para lá continuar. Outras possibilidades que se abrirem, eu vou conversar primeiro com o presidente Lula. Não tomarei nenhuma decisão que não seja acertada com a nossa liderança maior que é o presidente Lula. E também é claro, vou acertar considerando também os compromissos que nós temos com o povo de Minas Gerais”, declarou.

Na mesma expectativa está o pré-candidato do PSB em Minas, o ex-Procurador-Geral de Justiça do Estado, Jarbas Soares, que também se colocou como possibilidade de palanque pra Lula. Ele também tenta articular uma frente ampla com apoios das federações União Brasil- Progressistas e Cidadania-PSDB, além do MDB do pré-candidato Gabriel Azevedo, que poderiam aumentar o tempo de TV e rádio.

Também nesse campo, o pré-candidato pelo PDT, Alexandre Kalil, ainda não anunciou vice. O ex-prefeito de Belo Horizonte segue reafirmando a candidatura, mas ainda não fechou nenhuma aliança.

Já na direita, o governador e pré-candidato à reeleição Mateus Simões, do PSD, afirmou que a indicação do vice virá do seu padrinho político, o ex-governador e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, do NOVO. “A formação da minha chapa tem duas posições definidas, a minha que é do PSD, a posição do governador e uma posição da federação União- PP, da candidatura do candidato a senador Marcelo Aves. As outras vão ser construídas ao longo das próximas semanas e o meu vice será indicado por Zema. E é um pouco diferente porque o contexto nacional da pré-candidatura do governador acaba entrando nessa ponderação. Nós só vamos ter essa resposta confirmada a partir do dia 25, quando os partidos começam a fazer as suas convenções“, disse.

Outro impasse está relacionada à chapa Republicanos e do PL, que aguarda a decisão do senador Cleitinho se disputará ou não o governo de Minas, que deve ser tomada apenas em agosto.

Em paralelo, o PL de Flávio Bolsonaro já se articula para lançar um nome próprio ou até uma chapa “puro-sangue” em caso de desistência do senador do Republicanos. O pré-candidato ao Senado pela sigla, deputado federal Domingos Sávio, afirmou à CBN que a prioridade é uma aliança com Cleitinho, mas em caso de negativa, o partido já estuda outros nomes para um palanque para Flávio Bolsonaro no estado.



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