Após cirurgias, defesa pede que Bolsonaro cumpra prisão em regime domiciliar

Os advogados citam como precedente a decisão que concedeu prisão domiciliar ao ex-presidente Fernando Collor de Mello, apontando semelhanças nas comorbidades. No caso de Bolsonaro, a defesa aponta o diagnóstico de apneia obstrutiva severa, necessidade de uso contínuo de CPAP, recuperação pós-operatória e episódios persistentes de soluço, além de tratamento contínuo com fisioterapia, analgesia e controle rigoroso da pressão arterial.
Os relatórios médicos alertam para riscos de complicações graves caso as recomendações não sejam seguidas de forma estrita, incluindo problemas respiratórios, cardiovasculares e risco de quedas. A defesa argumenta que esses cuidados não poderiam ser plenamente garantidos nas dependências da Polícia Federal e pede a concessão imediata de prisão domiciliar humanitária após a alta hospitalar. O pedido será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes.







