abril 16, 2026

Ministro diz que governo Lula estuda subsidiar a gasolina e descarta ajuda ao BRB


O novo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou nesta quinta-feira (16), em café com a imprensa que o governo estuda subsidiar também a gasolina para evitar o aumento do preço, caso a guerra no Irã avance. Segundo o ministro, o país não vai deixa que os efeitos do conflito cheguem ao consumidor brasileiro, porque, segundo ele, as medidas ainda são insuficientes.

O ministro também reagiu à operação da PF que investiga o Banco Master e teve sua 4ª fase deflagrada nesta quinta. Ele disse ser “radicalmente contra” e, portanto, descartou ajuda do governo federal para socorrer o BRB.

Guimarães classificou o caso como “absurdo” e disse que os responsáveis devem ser punidos, “doa a quem doer”.

Para Guimarães, o foco é reestabelecer a uma boa relação com o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, com quem tem um encontro ainda nesta quinta para tentar dissipar o que ele chamou de maledicências e desentendimentos.

Ele também se reunirá em café da manhã com o presidente da Câmara, Hugo Motta, nesta sexta (17). O objetivo é criar uma “relação virtuosa” para aprovar medidas como a PEC da Segurança Pública e o projeto que reduz a jornada de trabalho 6×1, além de aprovar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) até junho. Sobre a jornada, o ministro descartou novas desonerações para empresas como compensação, afirmando que o país não suporta mais renúncia fiscal.

O projeto que vai ficar para depois das eleições será o PL que regulamenta o trabalho dos aplicativo. O ministro disse que o governo queria votar, mas não foi votado por falta de consenso.

Guimarães ainda ressaltou que Lula vai anunciar em breve medidas para reduzir o endividamento, e que as mesmas devem envolver as Bets, porque não pode continuar do jeito que está.

No campo eleitoral, o ministro reconheceu a disputa acirrada em 2026, mas aposta que Lula irá ganhar. E, sem citar nominalmente Flávio Bolsonaro, o principal adversário de Lula, disse que “ele não vai se sustentar”.

O ministro destacou que o foco estratégico deve ser os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. E que São Paulo é uma surpresa positiva com o desempenho de Fernando Haddad ao governo e Simone Tebet concorrendo ao Senado.



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