Pais negam que enfermeiro morto por agentes de imigração em Minneapolis estivesse armado: 'mentiras repugnantes'

Os pais do enfermeiro morto por agentes de imigração em Minneapolis, nos Estados Unidos, negaram que o filho estivesse armado no momento em que foi atingido. Em nota divulgada à imprensa, eles classificaram a versão de autoridades federais como “mentiras repugnantes”.
Os dois ainda disseram que Alex Pretti segurava um telefone na mão direita e a esquerda estava vazia, levantada acima da cabeça, enquanto tentava proteger a mulher que também era agredida pelos agentes.
O enfermeiro foi morto a tiros durante uma operação do Serviço de Imigração e Alfândega contra um imigrante ilegal procurado por agressão violenta.
Vídeos gravados por testemunhas mostram ao menos sete agentes imobilizando o homem. Com a vítima rendida, um deles atira várias vezes à queima-roupa.
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos afirmou que os agentes agiram em legítima defesa, dizendo que o homem se aproximou armado. O órgão divulgou a foto de uma pistola calibre nove milímetros, endereçada a Pretti.
Nas redes sociais, o presidente Donald Trump também usou a imagem para defender a operação. Ele ainda pediu que os agentes sejam deixados em paz para trabalhar e acusou o governador e o prefeito de incitarem uma insurreição.
Este é o segundo caso de um americano morto por agentes federais em Minneapolis em pouco mais de duas semanas. No dia 7 de janeiro, Renee Nicole Good, mãe de três filhos, também foi baleada e morta pelo Serviço de Imigração e Alfândega.







