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Harry e Meghan se surpreendem com carta do rei Charles afirmando que são 'cidadãos comuns' no Reino Unido, diz TV

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setembro 8, 2026
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Harry e Meghan se surpreendem com carta do rei Charles afirmando que são 'cidadãos comuns' no Reino Unido, diz TV


O príncipe Harry e sua esposa Meghan ficaram ‘surpresos’ com uma nova carta do Rei Charles, esclarecendo seu status como membros não atuantes da Família Real.

O Rei instruiu o Lorde Chamberlain a contatar departamentos governamentais e as forças armadas após pedidos de orientação feitos por Harry e Meghan depois de seu retorno ao Reino Unido no mês passado.

A carta do assessor real Lord Benyon, cujo gabinete é responsável pela organização dos eventos cerimoniais e públicos do Rei, deixa claro que o Duque e a Duquesa de Sussex não usam os títulos de Alteza Real e que quaisquer questões de segurança operacional os envolvendo devem ser encaminhadas às autoridades policiais competentes.

A informação foi divulgada pela rede de TV Sky News e confirmada por outros veículos, como a Reuters. Se imagina que eles não solicitaram o uso dos títulos de nobreza.

Fontes próximas ao duque e à duquesa também consideraram ao veículo que o momento da carta é preocupante, visto que o Comitê Executivo do Ministério do Interior para a Proteção da Realeza e Figuras Públicas, responsável pelas decisões sobre a segurança financiada pelos contribuintes para VIPs, se reúne nesta terça (8).

Harry e Meghan já expressaram anteriormente suas preocupações com relação à sua segurança no Reino Unido desde que deixaram de ser membros ativos da família real.

O rei Charles III afirmou, nesta segunda-feira (7), que o príncipe Harry e sua esposa Meghan não devem ser considerados ‘membros ativos da família real’, mas sim cidadãos comuns que atuam a título particular desde o seu retorno ao Reino Unido.

O filho mais novo do monarca britânico deixou o país e renunciou às suas obrigações como membro da realeza em 2020, devido a uma disputa na família real.

Rei Charles III durante agenda pública nos Estados Unidos. — Foto: Roberto Schmidt / POOL / AFP

Ao abrir mão de suas funções reais e deixar o território britânico, eles perderam a proteção policial sistemática à qual tinham direito. No entanto, após anos vivendo nos Estados Unidos, Harry, de 41 anos, e Meghan, de 45, voltaram inesperadamente a morar no Reino Unido em agosto, junto com seus filhos Archie e Lilibet.

O retorno do príncipe, que detém o título de duque de Sussex, gerou debates sobre se os contribuintes devem arcar com o custo da segurança do casal.

Em uma carta, Charles III deixa claro que a posição de ambos é ‘semelhante à de cidadãos’ comuns e que eles não devem ser tratados com a distinção de ‘Sua Alteza Real’.

Os chamados ‘membros ativos da realeza’ são integrantes da família real que desempenham funções oficiais em nome do monarca. Para isso, recebem apoio administrativo e de outra natureza da Casa Real.

No documento, divulgado por Lord Chamberlain, o funcionário de mais alto escalão da Casa Real, o rei assinalou que, após a mudança do casal, recebeu vários ‘pedidos de orientação’ e a carta foi emitida para ‘ajudar a evitar dúvidas ou confusões’.

‘É de conhecimento geral que, em janeiro de 2020, o duque e a duquesa deixaram de desempenhar funções representativas em nome do soberano e já não são membros ativos da família real’, afirma o texto.

‘Esta posição, distinta das funções de Estado e reais assumidas pelos membros ativos da família real, e com a liberdade pessoal proporcionada ao casal em relação à independência financeira e à proteção de sua privacidade, conforme desejarem, continuará sendo plenamente respeitada’, acrescentou.

A declaração também especifica que ‘as atividades beneficentes do duque e da duquesa são uma questão pessoal ‘e realizadas ‘a título privado’.

Rei Charles III — Foto: Daniel LEAL / AFP



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